Na manhã do dia 11 de fevereiro deste ano, a argentina Gabriela González, uma simpática cordobesa radicada nos Estados Unidos há quase três décadas, tinha um compromisso inadiável no National Press Club, em Washington. A professora de física e astronomia da Universidade Estadual da Lousiana e porta-voz da colaboração científica do Observatório Interferométrico de Ondas Gravitacionais (Ligo) fora escalada para, ao lado de outros quatro renomados pesquisadores, divulgar um aguardado anúncio: pela primeira vez, havia sido detectada a passagem de ondas gravitacionais pela Terra. Coube a Gaby, como a chamam amigos e colegas, detalhar a descoberta, feita 100 anos depois de Albert Einstein ter previsto, na teoria da relatividade geral, a existência desse fenômeno, que deforma o espaço.

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